A festa de três Arcanjos neste dia: 29 de Setembro - Arcanjos, São Miguel, São Gabriel e São Rafael & A Origem desta data, Michaelmas, as Lendas e o Ciclo de Festas

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Arcanjos, São Miguel, São Gabriel e São Rafael
29 de Setembro

Com alegria, comemoramos a
festa de três Arcanjos neste dia:
 Gabriel, Rafael e Miguel.

A festa de São Miguel Arcanjo (também a Festa dos Santos Miguel, Gabriel e Rafael, a Festa dos Arcanjos, ou a Festa de São Miguel e Todos os Anjos) é um dia cristão no calendário Ocidental, que ocorre em 29 de setembro. Porque cai perto do equinócio no hemisfério norte com o início do Outono e é associado com o encurtamento dos dias.
O calendário gregoriano é o calendário utilizado na maior parte do mundo, e em todos os países ocidentais; porém, existem países que não o aplicam como Israel, Irão, Índia, Bangladesh, Paquistão, Argélia, etc. Foi promulgado pelo Papa Gregório XIII a 24 de Fevereiro do ano 1582 para substituir o calendário juliano. Adotado imediatamente por Espanha, Itália, Portugal, Polónia e, posteriormente, por todos os países ocidentais.

A mudança do calendário juliano ou antigo para o calendário gregoriano ou moderno não teve lugar ao mesmo tempo em todo o mundo, o que causa uma certa confusão na harmonização de datas e na datação de eventos entre os séculos XVI e XX.)
Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente, (como vista da Terra), cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste). Mais precisamente é o ponto no qual a eclíptica cruza o equador celeste.

A palavra equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.

Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro quando definem mudanças de estação.
  • Em março, o equinócio marca o início da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul.
  • Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o início do outono no hemisfério norte e da primavera no hemisfério sul.
Hemisfério norte, boreal ou setentrional é a metade do globo terrestre localizado entre a linha do Equador (latitude 0º) e o Pólo Norte.

O Hemisfério Norte é composto pelos continentes: América do Norte, América Central, parte da África, parte da América do Sul, pela Europa e Ásia. Além da porção norte dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico e em totalidade o oceano glacial ártico.

No Hemisfério Norte ficam 69,72% das terras emersas e 90,94% da população mundial.

terras emersas sao terras acima da superfície do mar. (imersa é coberta de água e emersa não é coberta de água)

Hemisfério sul, hemisfério austral ou hemisfério meridional é a metade do globo terrestre localizada entre a Linha do Equador (latitude 0º) e o Polo Sul.

A maior parte deste hemisfério é coberta por água. No Hemisfério Sul ficam apenas 30% das terras emersas e 10% da população mundial. Ficam no Hemisfério Sul cerca de 80% da América do Sul, parte da África, a maior parte da Indonésia e países vizinhos, a maioria da Oceania e a desabitada Antártica.

O hemisfério sul possui, em geral, um clima mais suave que o hemisfério norte, exceto na Antártica que é mais fria que o Ártico. Isto acontece porque o hemisfério sul possui muito mais oceano e menos terra. A água aquece e arrefece mais lentamente que a terra.

O hemisfério sul é também menos poluído que o hemisfério norte, devido à sua menor densidade populacional (apenas um total de 10 a 12% da população humana), inferiores níveis de industrialização, e menores massas de terra (as correntes de ar deslocam-se predominantemente de oeste para leste e por essa razão a poluição do norte não se propaga para o sul).
As datas dos equinócios variam de um ano para o outro, devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de março) não terem exatamente 365 dias, fazendo com que a hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de dezoito horas, que não se encaixa necessariamente no mesmo dia. O ano trópico é um pouco menor que 365 dias e 6 horas. Assim num ano comum, tendo 365 dias e - portanto - mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Ao longo de cada sequência de três anos comuns as datas tendem a se adiantar um pouco menos de seis horas a cada ano. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso, devido à intercalação do dia 29 de fevereiro.

Também se verifica que a cada ciclo de quatro anos os equinócios tendem a se atrasar. Isto implica que, ao longo do mesmo século, as datas dos equinócios tendam a ocorrer cada vez mais cedo. Dessa forma, no século XXI só houve dois anos em que o equinócio de março aconteceu no dia 21 (2003 e 2007); nos demais, o equinócio tem ocorrido em 20 de março. Prevê-se que, por volta do ano 2040, passe a haver anos em que o equinócio aconteça no dia 19. Esta tendência só irá se desfazer no fim do século, quando houver uma sequência de sete anos comuns consecutivos (2097 a 2103), em vez dos habituais três.

Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quanto está mais longe (afélio).


Referências culturais
Em várias culturas nórdicas ancestrais, o equinócio da primavera era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com a Páscoa da religião cristã.
Miguel é o maior de todos os arcanjos e é homenageado por derrotar Lúcifer na guerra no céu .

O Arcanjo Miguel é um dos principais guerreiros angelicais, visto como um protetor contra a escuridão da noite, e o administrador da inteligência cósmica. Miguel também tem delineado o tempo e as estações para fins seculares, bem como, em particular no Reino Unido e Irlanda como um dos dias trimestre .

A Igrejas Orientais Ortodoxas não observam a Festa Miguel Arcanjo, mas os ortodoxos gregos honram os arcanjos em 08 de novembro.
História

Durante a Idade Média, Miguel foi comemorado como um dia santo de mandamento, ensinamento, mas essa tradição foi abolida no século 18.
Luteranos cristãos consideram uma festa principal de Cristo, e o Confessor, Luterano, Philip Melanchthon , escreveu um hino para o dia que ainda é cantado em igrejas luteranas: ". Senhor Deus a Ti nós damos" Foi também um dos dias do trimestre, quando as contas tiveram de ser resolvidas entre inglês, galês e irlandês.
Em casas senhoriais, foi o dia em que um Reeve (originalmente na Inglaterra anglo-saxã o Reeve era um alto funcionário com responsabilidades locais, sob a Coroa por exemplo, como o magistrado de uma cidade ou distrito. Posteriormente, após a conquista normanda , era um ofício exercido por um homem de baixa patente, apontado como gerente de uma propriedade senhorial e superintendente dos camponeses) que foi eleito dos camponeses. A refeição tradicional para o dia inclui ganso (a "palha de ganso", ou seja, um preparado em torno do tempo da colheita) e um bolo especial chamado bannock de São Miguel. Na Ilha de Skye, Escócia, uma procissão foi realizada.


(Bannock de São Miguel)
A wayzgoose, a prensa da festa tradicional. 

A wayzgoose foi ao mesmo tempo um entretenimento dada por uma impressora mestre para seus trabalhadores a cada ano no Dia de São Bartolomeu (24 de Agosto). Marcou o fim tradicional de verão e o início da temporada de trabalhar à luz de velas. Mais tarde, veio a palavra para se referir a um passeio anual e jantar para o pessoal de uma impressão de obras ou as impressoras em um jornal.

A origem do termo é duvidosa. Pode ser um erro de ortografia para "wasegoose", de Wase, Médio Inglês para "molho", o que significa "molho" ou "colheita de ganso ", um pássaro comido no tempo da colheita, cf. o "restolho de ganso" mencionado por Chaucer no Prólogo do cozinheiro.)
A wayzgoose, foi celebrada por volta do prazo Michaelmas (Michaelmas é termo derivado do nome da Festa de São Miguel e Todos os Anjos, que cai em 29 de Setembro. O prazo vai de setembro ou outubro para o Natal e é o único nome termo compartilhado pelas universidades de Cambridge e Oxford.) e novamente, como uma celebração da mudança das estações, sendo o advento do trabalho à luz de velas. O mestre impressor daria uma festa para seus oficiais e aprendizes, e tradicionalmente, um restolho de ganso também foi preparado.

Miguel - "Um dia de ganso '


'Se você comer ganso no dia da festa de São Miguel,
você não vai ter dinheiro curto o ano todo '
'If you eat goose on Michaelmas Day,
you will not be short of money all year round'

Provérbio tradicional Inglês




Na Inglaterra, a temporada de outono é conhecida tradicionalmente
como Miguel. Muitas feiras aconteceram durante a época da colheita,
e desde a Idade Média as feiras Michaelmas estavam reunidas
para os agricultores e comerciantes. As feiras de grades gansos foram realizadas em vários lugares (fx. Nottingham Goose Fair ) no Reino Unido ... e as tradicionais
refeições para o Dia Michaelmas inclui ganso e um especial
bolo chamado bannock de São Miguel (dê uma olhada aqui )

Ganso de Michaelmas
link


Michaelmas Feira de Ganso e Aves



Preparo de Ganso na cozinha vitoriana
link


William Sidney Mount (1807-1868):
'A Rifa "(sorteio para um Ganso)
link


Ganso de Bremen

Diferenças no número de arcanjos

Na
tradição Anglicana e Episcopal, há três ou quatro arcanjos em seu calendário para 29 de setembro para festa de São Miguel e Todos os Anjos: isto é Michael , Gabriel e Raphael e, muitas vezes, Uriel .
A própria Bíblia identifica apenas Miguel como "o arcanjo" (livro de Judas, verso 9) e não identifica quaisquer outras criaturas como sendo arcanjos.
O termo Outono em universidades
Ver acimal: prazo Michaelmas

Ele é usado no sentido alargado de outono, usado como o nome do primeiro termo do ano letivo, que começa neste momento, em várias instituições de ensino no Reino Unido e da Irlanda (normalmente aqueles com longas histórias e tradições, nomeadamente de Universidades de Cambridge , Exeter, Oxford , Durham , Aberystwyth e Dublin ).
Uso na profissão legal - TRIBUNAIS

O Inns of Court do Bar Inglês e a Sociedade Honrosa of Kings Inns na Irlanda também têm um prazo Michaelmas como um dos seus termos de refeições.
Ela começa em setembro e termina no final de dezembro.

O termo também é o nome do primeiro de quatro termos em que a campanha legal é dividida pelos tribunais do País de Gales e Inglaterra.

O Supremo Tribunal dos EUA segue esta tradição (embora não pelo nome) mas por convocação de cada novo termo da primeira segunda-feira de outubro, que é logo após Michaelmas.
Observâncias Modernas

Miguel ainda é celebrado nas
escolas Waldorf , que celebra como o "Festival de Vontade Forte" durante o outono equinócio . Rudolf Steiner considerou o festival mais importante depois da Páscoa ("ele é ressuscitado, portanto, ele pode ser colocado na sepultura".)
Dia Antigo Michaelmas

Dia Antigo Michaelmas - em 11 de outubro (10 de outubro de acordo com algumas fontes). De acordo com uma antiga lenda, as amoras não devem ser escolhidas após esta data. Isto porque, para o folclore quando Satanás foi banido do céu neste dia, caiu em um arbusto de amora e amaldiçoou os arbustos espinhosos quando ele caiu em si. Em Yorkshire, diz-se que o diabo cuspiu neles.
De acordo com Morrell (1977), esta velha lenda é bem conhecida em todas as partes do Reino Unido, assim como o norte distante como a Ilhas Orkney .
Rubus L. é um género botânico pertencente à família Rosaceae.

Dentro deste género podem encontrar-se espécies como a Framboesa - Rubus idaeus, e as silvas que produzem a amora - Rubus sp.
Frutos de Rubus sp. (amora silvestre)


- Uso Doméstico: Cozimento, cerveja, tingimento, coloração
- Usa Espiritual: Proteção (através da resistência), a cura, a magia de renovação, exorcismo
- Benefícios para a saúde: laxante suave, furúnculos, dores de garganta, dor de dente, reumatismo, infecções
- Origem: EUA

Folclore, História e Uso

O arbusto de amora silvestre é um pouco como um diamante bruto - há tantas qualidades interessantes, e os frutos deliciosos!

Num relance, parece quase impossível desenterrar qualquer informação sobre amoras, exceto, talvez, algumas receitas como tortas, pães, vinhos, prados - todos muito deliciosos. Muitas destas receitas adaptadas não são necessariamente de origem moderna. Por exemplo, os vinhos de amora silvestre foram saudados e bebiam durante as celebrações da temporada tradicional e sagrada da colheita. Entre alguns dos deuses Europeia / germânica foram honrados Thor das tribos germânicas, e Brigit das tribos celtas.

Outra lenda diz que quando as hastes altas dos arbustos de amora silvestre crescem na forma de um anel, para curar doenças como hérnia, furúnculos, e muito mais. Na verdade, esta prática tem sido usada para muitas doenças - desde o reumatismo a doença mental, e até mesmo manchas. Esta prática decorre do mesmo conceito como o "buraco na roda", ou "buracos" de cura outro, "arcos", ou "anel" de terra. Às vezes, os recém-nascidos foram atraídos através da arcada três vezes para garantir a saúde e proteção sobre eles.
Na medicina popular britânica o espinheiro teve a reputação de curar e prevenir uma grande variedade de doenças. Os brotos têm a capacidade incomum da raiz onde eles tocam o chão, e portadores de furúnculos, reumatismo, hérnia e foram curados ​​através do arco formado desta maneira. A criança que sofre de tosse convulsa por vezes, passa sob o arco sete vezes. A tosse era então o pensamento de deixar a criança e ficar com o espinheiro, um exemplo de transferência.

No entanto, na cristã-Inglaterra, a superstição impediu as bagas de serem consumidas após o "Dia Antigo Michaelmas" celebração (meados de outubro,e o Miguel moderna é no final de setembro). Este dia é para homenagear o Arcanjo Miguel por ter derrotado Lucifer e o banir do céu. Após a sua expulsão, a lenda diz que ele caiu do céu em um pedaço de amoras que ele então amaldiçoou (ou urinou / cuspido, dependendo de onde você ouve a lenda).
Alguns dizem que podem ocorrer problemas de saúde ou até a morte se comê-los após este período. Curiosamente, embora não surpreendentemente, há outra [pré-cristã] lenda que diz que um duende Celtico caminha sobre eles depois do All Hallows Eve, ou Halloween (ou Hallowe'en) e deixa para trás um rastro de sujeira, tornando-os não comestíveis. Considerando-se o molde da textura e alteração que ocorre na amoras durante o Outono, pode ter havido alguma lógica por trás de sua lenda - cristã ou pagã.

Na magia folclórica, a amora silvestre foi utilizada principalmente para a cura, e para a riqueza. As videiras são consideradas protetores de coisas prejudiciais. Além disso, alguns dizem que as bagas podem ser consumidas durante a lua crescente e podem proteger de maldições rúnicas.
Outra forma de proteção é a tecelagem dos espinhos em uma coroa de flores ou outra forma (como o pentagrama, ou um símbolo runíco) e em algum lugar (geralmente discretamente) ou perto do lugar que você gostaria de proteger.
Em alguns casos, as videiras foram cultivadas sobre os túmulos para evitar que os mortos saindo deles.

Em Patricia Telesco do Grimoire Um Floral, há dois excelentes encantos da magia:

Feitiço de proteção
Pegue um pequeno ramo morto de amora silvestre com o espinhos e mergulhe-o em água durante a noite. Uma vez que seja flexível, dobrá-la em um círculo e colocá-la em torno de um item que simboliza o que precisa de segurança e proteção. Deixe os espinhos e o item no local até que o problema passe. Neste ponto, você pode moer a madeira em pó e usá-lo como uma base em um incenso de proteção.

Soletrar riqueza
Enrole uma folha de amora grande em torno de uma moeda de prata. Dê uma trança de ouro, prata e fio verde para ligar isso no lugar dizendo "Onde o ouro e verde são unidos, abençoado com isto por uma moeda de prata, riqueza e prosperidade, para mim, para mim."

O rastreamento acima através dos arcos das vinhas é uma forma de magia de cura. É costume de beber chá de folha de amora silvestre (ou uma baga) durante rituais de cura, também.
Comer amoras após a primeira geada foi considerado de azar, uma crença generalizada de toda a Grã-Bretanha. A espécie de amora (Rubus fruticosus) mais comum na Grã-Bretanha é naturalizada em quase todo o mundo, incluindo América do Norte.
No alfabeto celta, os estudiosos descobriram que o "vinho" é na verdade um coquetel de amora. No folclore do país existe algo chamado "inverno amora silvestre", que ocorre durante o início da Primavera da geada sobre as bagas. Sem esse gelo, os frutos não crescem adequadamente. Foi a sua superstição de que isso afetaria a colheita. Há uma verdade pelo menos em parte aqui, pois sem a geada as bagas crescem (ou "em conjunto" corretamente).

A etimologia da rubus vem do rubeta Latina, que tem duas declinações:
1. Uma espécie de sapo viva venenosa entre espinheiro-arbustos, e
2. Moitas Bramble (fontes citadas de Wiktionary.com). Sua associação com o sapo é por causa da semelhança dos "verrugas" na parte traseira sapos à superfície irregular dos frutos.

A folha da amora silvestre tem benefícios de saúde, também. O uso mais comum da folha ajuda intestinos soltos durante a diarréia. A folha é também adstringente. Elas podem ser usadas ​​para tratar inflamações, especialmente na garganta e boca.

Amoras têm um passado simples, mas rico. Os usos são enraizados em muitas culturas, por meio de muitas (similares) espécies de Rubus a maioria delas com usos semelhantes mesmo entre diferentes países e culturas. De nativos americanos para os europeus do Norte para a Sibéria, há muito a ser dito sobre este pedaço misterioso e poderoso do mundo botânico.

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Aviso Legal

Todas as informações nesta página é apenas para fins educacionais. Esta informação não foi avaliado pela Food and Drug Administration. Esta informação não se destina a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença ou doenças.
AMOREIRA-PRETA
[gr.: sy·ká·mi·nos].

Também chamada árvore-sicamina, ou sicaminos, esta árvore só é mencionada uma vez, na declaração de Jesus aos apóstolos a respeito da fé deles. (Lu 17:5, 6 n.) A palavra grega usada era aplicada regularmente à amoreira, e a amoreira-preta (Morus nigra) é cultivada comumente em Israel. É uma árvore robusta, que atinge a altura de uns 6 m, possuindo grandes folhas cordiformes, e frutos de cor vermelho-escura ou negra, que se assemelham aos da amora-preta.

Referências

  1. ^ Richard Freeman Johnson (2005), Saint Michael the Archangel in medieval English legend, Boydell Press, p. 105, retrieved 2010-07-11
  2. ^ Oremus.org website. Retrieved 15 September 2008.
  3. ^ Saint Uriel Church website patron Saint web page. Retrieved 15 September 2008.
  4. ^ Episcopal Church, Standing Liturgical Commission. The proper for the lesser feasts and fasts: together with the fixed holy days, Church Hymnal Corp., 1988, ISBN 978-0-89869-214-3. p. 380
  5. ^ Anglican.org website Michaelmas page. Retrieved 15 September 2008.
  6. ^ St. George's Lennoxville website, What Are Anglicans, Anyway? page. Retrieved 15 September 2008.
  7. ^ Christ Church Eureka website, September Feasts page. Retrieved 15 September 2008.
  8. ^ The Supreme Court of the United Kingdom; Judicial Committee of the Privy Council, Judicial Sitting for the Michaelmas Term, Monday 4th October –Tuesday 21st December 2010, retrieved 2010-11-08
  9. ^ Supreme Court of the United States, The Court and Its Procedures, retrieved 2010-11-08, "A Term of the Supreme Court begins, by statute, on the first Monday in October."
  10. ^ Cycle of the Year, Lectures from RS Archive-GA223.

Leitura mais adicional

  • Morrell, P. (1977). Festivais e Alfândega. Londres: Pan (Piccolo). ISBN 0330 0252151
Este é um calendário litúrgico de santos (hagiológio).
Significado: Diz-se de algo relativo à hagiologia, ou seja, relativo a obras sobre santos, ou coisas santas; discurso sobre santos.

Miguel, o Arcanjo, é considerado o chefe dos exércitos celestiais e o padroeiro da Igreja Católica.
É o anjo do arrependimento e da justiça.
É comemorado pela Igreja Católica sob o nome de São Miguel Arcanjo
em 29 de setembro.


JAN · FEV · MAR · ABR · MAI · JUN · JUL · AGO · SET · OUT · NOV · DEZ

Janeiro

1 - Virgem Maria, Mãe de Deus; São Fulgêncio
2 - Basílio Magno e Gregório Nazianzo, bispos e doutores da Igreja
3 - Santa Genoveva, padroeira de Paris. Beata Estefânia Quinzani, leiga, São José Maria Tomasi
4 - Zedislava de Lemberk, mãe de família, e leiga dominicana, São Tito (discipulo de S. Pedro)
5 - Santa Apolinária
6 - Santa Estefânia
7 - Raimundo de Penhaforte, presbítero
8 - São Lourenço Justiniano
9 - São Julião
10 - Beato Gonçalo de Amarante, presbítero. Beata Ana dos Anjos Monteagudo, monja
11 - Bernardo Scammacca, presbítero
13 - Hilário de Poitiers, bispo de doutor da Igreja
15 - Santo Amaro festas solenes em algumas localidades portuguesas
17 - Santo Antão, abade
18 - Santo Irmão Jaime Hilário, mártir de Turón. Santa Margarida da Hungria, monja
19 - André de Peschiera
20 - São Sebastião, mártir e São Fabião, papa e mártir
21 - Santa Inês, virgem e mártir
22 - São Vicente, diácono e mártir. António della Chiesa, presbítero
23 - Henrique de Suso
24 - São Francisco de Sales, bispo e doutor da Igreja
25 - São Paulo, Conversão de São Paulo, apóstolo
26 - São Timóteo e São Tito, bispos
27 - Ângela Meríci, virgem. Marcolino de Forli, presbítero
28 - Tomás de Aquino, presbítero e doutor da Igreja
29 - Josef Freinademetz, missionário na China. Villana delle Botti, leiga
31 - São João Bosco, presbítero

Fevereiro

2 - Apresentação do Senhor, Nossa Senhora da Luz, Nossa Senhora dos Navegantes e Nossa Senhora da Candelária
3 - São Lourenço de Cantuária e São Brás de Sebaste, bispo e mártir e Santo Ansgário de Hamburgo, bispo
4 - São João de Brito, presbítero e mártir; Santo André Corsini
5 - Santa Águeda, virgem e mártir
6 - Santa Doroteia, virgem e mártir; São Paulo Miki e companheiros, mártires
7 - Cinco Chagas do Senhor
8 - São Jerónimo Emiliano
10 - Santa Escolástica, virgem
11 - Nossa Senhora de Lourdes (em Angola e S. Tomé e Príncipe)
12 - Santa Eulália de Barcelona, virgem e mártir
14 - São Valentim, santos Cirilo, monge e Metódio, bispo
17 - Santo Aleixo (Os Sete Santos Fundadores da Ordem dos Servos de Maria - Servitas)
18 - São Teotónio, religioso
19 - Santa Belina, virgem e mártir
20 - Beatos Francisco e Jacinta de Fátima
21 - São Pedro Damião, bispo e doutor da Igreja
22 - Cátedra de São Pedro, Apóstolo
23 - São Policarpo, bispo e mártir

Março

1 - São David, padroeiro do País de Gales
2 - Santa Inês da Boêmia (ou de Praga)
3 - S. Hemetério
4 - São Casimiro
5 - São Domingos Sávio
6 - Santa Rosa de Viterbo
7 - Santa Perpétua e Santa Felicidade, mártires
8 - São João de Deus, religioso
9 - Santa Francisca Romana, religiosa
10 - Os Santos Mártires de Sebaste, Santa Catarina de Bohemia
11 - São Militão e seus 39 companheiros
12 - Papa Gregório I, o Grande
13 - São Rodrigo
14 - Santo Antônio de Categeró
15 - Santa Matilde; São Longuinho
16 - São Henrique
17 - São Patrício, bispo
18 - São Cirilo de Jerusalém, bispo e doutor da Igreja
19 - São José, esposo da Virgem Maria
20 - Padre Cícero, morte, 1934
21 - São Bento, o santo que falava com os animais
22 - São Berilo
23 - São Toríbio de Mongrovejo, bispo
24 - Padre Cícero, nascimento, 1844
25 - São Dimas, o Bom Ladrão
26 - Santa Larissa, comemorado na França
27 - São Roberto
28 - Santo Alexandre
29 - São Bertoldo
30 - São Quirino de Neuss, mártir de Roma
31 - Santa Balbina, virgem e mártir de Roma

Abril

2 - São Francisco de Paula, eremita
3 - São Ricardo
4 - Santo Isidoro, bispo e doutor da Igreja
5 - Vicente Ferrer, presbítero
7 - São João Batista de La Salle, presbítero
8 - Nossa Senhora da Penha de França
11 - Santo Estanislau, bispo e mártir
12 - Santa Hertha
13 - São Martinho I, Papa e mártir e Santa Ida da Lorena, condessa de Bolonha
19 - Bernadette Soubirous e Santo Expedito
20 - Santa Inês de Montepulciano virgem
21 - Santo Anselmo, bispo e doutor da Igreja
23 - São Jorge, mártir
24 - São Fiel de Sigmaringa, presbítero e mártir
25 - São Marcos evangelista
26 - Santa Montserrat
28 - São Pedro Chanel, presbítero e mártir; São Vital de Milão, proto-mártir
29 - Santa Catarina de Siena, virgem e doutora da Igreja
30 - São Pio V, papa

Maio

1 - São José operário e São David
2 - Santo Atanásio, bispo e doutor da Igreja
3 - São Filipe e São Tiago, apóstolos
4 - São Peregrino e São Gotardo, bispo
7 - Santa Flávia
8 - Nossa Senhora da Estrela
12 - São Nereu e Santo Aquileu, mártires, São Pancrácio, mártir e Beata Joana, Princesa de Portugal, virgem
13 - Nossa Senhora de Fátima e Beata Imelda Lambertini, virgem
14 - São Matias, apóstolo
15 - Santa Dymphna, virgem e mártir
18 - São João I, papa e mártir e Santa Rafaela Maria, fundadora das Escravas do Sagrado Coração de Jesus
19 - Santo Ivo
20 - São Bernardino de Siena, presbítero
22 - Santa Rita de Cássia, viúva, Santa Quitéria, virgem e mártir, e Santa Júlia virgem e mártir
24 - Nossa Senhora Auxiliadora
25 - São Beda Venerável, bispo e doutor da Igreja, Gregório VII, papa, Santa Maria Madalena de Pazzi, virgem
26 - São Filipe de Neri, presbítero e Santa Mariana de Quito, virgem
27 - Santo Agostinho de Cantuária, bispo
28 - Bem-aventurado Luís Biraghi, presbítero e fundador do Instituto Internacional das Irmãs de Santa Marcelina
29 - Santo Alexandre de Jerusalém, Ele foi o primeiro bispo da Capadócia e foi elogiado pela biblioteca que construiu em Jerusalém
30 - Santa Joana d'Arc, padroeira da França
31 - Virgem Maria bem-aventurada, visitação

Junho

1 - São Justino, mártir
2 - São Marcelino e São Pedro, mártires
3 - São Carlos Lwanga e companheiros, mártires
5 - Bonifácio, bispo e mártir
6 - São Norberto, bispo, São Marcelino Champagnat, presbítero
8 - Santo Efrém, diácono e doutor da Igreja
9 - Bem-Aventurado José de Anchieta, sacerdote
10 - Santa Olívia, virgem e mártir e Santo Anjo da Guarda de Portugal
11 - São Barnabé, apóstolo
12 - Santo Onofre
13 - Santo António de Lisboa (ou de Pádua), presbítero e doutor da Igreja, padroeiro secundário de Portugal
14 - São Natanael
15 - Santa Germana de Pibrac, virgem
16 - São Manuel, mártir
18 - B. Osana de Mântua
19 - São Romualdo, abade
20 - Beatas Sancha e Mafalda, princesas, virgens e Beata Teresa, princesa, rainha e religiosa. Beata Margarida de Ebner.
21 - São Luís Gonzaga
22 - São Paulino de Nola, bispo, São João Fisher, bispo e mártir e São Tomás Moro, mártir
23 - Vigília da Natividade de São João Baptista, Santa Agripina, B. Inocêncio V e São José Cafasso
24 - Natividade de São João Baptista
26 - São Josemaria Escrivá, sacerdote
27 - São Cirilo de Alexandria, bispo e doutor da Igreja
28 - Santo Irineu, bispo e mártir
29 - São Pedro, Papa e São Paulo, apóstolo, mártires
30 - Primeiros santos mártires da Igreja de Roma (Perseguição do Imperador Nero)

Julho

3 - São Tomé, apóstolo
4 - Isabel de Portugal
5 - Antonio Maria Zaccaria, presbítero
6 - Maria Goretti, virgem e mártir
7 - Papa Adriano III
8 - Papa Eugênio III
9 - Santa Paulina
10 - Santo Olavo, rei da Noruega
11 - São Bento, abade
12 - João Gualberto
13 - Henrique da Baviera, duque e imperador
13 - Teresa dos Andes, monja carmelita chilena
14 - São Camilo de Lellis, presbítero
14 - São Francisco Solano, frade
15 - São Boaventura, bispo e doutor da Igreja
16 - Nossa Senhora do Carmo, memória
17 - Santa Marcelina, virgem
18 - São Francisco Solano
20 - Santa Margarida de Antioquia, virgem e mártir
21 - São Lourenço de Brindisi, presbítero e doutor da Igreja
22 - Maria Madalena, memória
23 - Santa Brígida, religiosa
25 - São Cristóvão e São Tiago, apóstolo
26 - Santa Ana e São Joaquim, pais de Nossa Senhora
26 - São Pantaleão de Nicomédia
27 - Santa Bartoloméia
29 - Santa Marta, memória
30 - Pedro Crisólogo, bispo e doutor da Igreja, Santa Maria de Jesus Sacramento Venegas e São Leopoldo Mandic
31 - Inácio de Loyola, presbítero e fundador da Companhia de Jesus

Agosto

1 - Afonso de Ligório, bispo e doutor da Igreja
2 - Eusébio de Vercelas, bispo e São Pedro Julião Eymard
3 - São Nicodemos
4 - João Maria Vianney, Cura d'Ars
5 - Santa Maria Maior, dedicação da Basílica
6 - Transfiguração do Senhor
7 - Sisto II, papa, e companheiros, mártires e São Caetano, presbítero
8 - São Domingos de Gusmão, presbítero
9 - Teresa Benedita da Cruz, virgem e mártir; São Fábio
10 - São Lourenço, diácono e mártir e Santa Filomena, virgem e mártir
11 - Santa Clara de Assis, virgem e Santa Suzana, virgem e mártir
12 - Santa Beatriz da Silva, virgem
13 - São Ponciano, papa Santo Hipólito, presbítero, mártires e São Cassius de Ímola mártir
14 - Maximiliano Kolbe, presbítero e mártir
15 - Solenidade da Assunção da Virgem Maria, São Tarcísio, Nossa Senhora da Boa Viagem e Nossa Senhora da Lapa
16 - Santo Estevão da Hungria, rei; São Roque
18 - Santa Helena, imperatriz
19 - São João Eudes, presbítero
20 - São Bernardo, abade e doutor da Igreja
21 - São Pio X, papa
22 - Nossa Senhora Rainha
23 - Santa Rosa de Lima, virgem, padroeira da América
24 - São Bartolomeu, apóstolo
25 - São Luis de França, rei e São José de Calasanz, presbítero
26 - São Zeferino, Papa e mártir
27 - Santa Mônica, memória
28 - Agostinho de Hipona, bispo e doutor da Igreja
29 - Martírio de São João Batista, memória
30 - Santa Faustina Kowalska
31 - São Raimundo Nonato, oitava de Santa Rosa de Lima

Setembro

1 - Beatriz da Silva, virgem
2 - Santa Doroteia, virgem e mártir de Cesareia
3 - São Gregório Magno
4 - Santa Rosália
5 - Beata Teresa de Calcutá
6 - São Zacarias
8 - Natividade de Nossa Senhora, festa
13 - João Crisóstomo, bispo e doutor da Igreja
14 - Santa Cruz, exaltação
15 - Nossa Senhora das Dores
16 - São Cornélio, papa e São Cipriano, bispo, mártires
17 - Roberto Belarmino, bispo e doutor da Igreja
19 - São Januário, bispo e doutor da Igreja, Nossa Senhora da Salete
21 - São Mateus, apóstolo e evangelista, Santa Efigênia, virgem e Santa Maura de Troyes, virgem
22 - São Maurício
23 - São Pio de Pietrelcina, São Lino, papa e Santa Tecla
24 - São Geraldo
25 - Santa Aurélia e São Cléofas
26 - São Cosme e Damião, mártires
27 - Vicente de Paulo, presbítero
28 - São Venceslau, duque e mártir
29 - São Miguel, São Gabriel, São Rafael, arcanjos
30 - São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja

Outubro

1 - Teresa de Lisieux (Teresa do Menino Jesus), virgem
2 - Santos Anjos da Guarda, memória
4 - São Francisco de Assis, memória
5 - São Benedito, religioso
6 - São Bruno, presbítero; Josemaría Escrivá de Balaguer, prelado
7 - Nossa Senhora do Rosário
8 - Santa Brígida
9 - São Charbel, presbítero; São Dionísio, bispo e companheiros, mártires; João Leonardo, presbítero e Santos Irmãos Mártires de Turón, mártires e santos da Igreja
10 - São Daniel Comboni
11 - Beato João XXIII
12 - Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira principal do Brasil, solenidade
13 - Santo Eduardo
14 - São Calisto I, papa e mártir
15 - Santa Teresa de Ávila, virgem e doutora da Igreja
16 - Santa Edviges, princesa e religiosa e Margarida Maria Alacoque, virgem, São Geraldo Magela
17 - Inácio de Antioquia, bispo e mártir
18 - São Lucas, evangelista e São Claudio
19 - João de Brebeuf e Isaac Jogues, presbíteros, e companheiros mártires, e São Paulo da Cruz, presbítero e João de Rila
20 - São Pedro de Alcântara, padroeiro do Brasil
21 - Santa Úrsula e Santa Celina
22 - Beato João Paulo II
23 - João de Capistrano, presbítero
24 - Antônio Maria Claret, bispo
25 - Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, frei
26 - Santo Evaristo
27 - São Gonçalo de Lagos, presbítero
28 - São Simão e São Judas Tadeu, Apóstolos
31 - Santa Lucila e Santo Afonso Rodrigues

Novembro

1 - Todos os Santos - solenidade
2 - Todos os Fiéis Defuntos - comemoração
3 - Martinho de Porres (ou de Lima), religioso - memória facultativa
4 - Carlos Borromeu, bispo - memória
5 - São Zacarias e Santa Isabel
6 - São Leonardo de Noblac e São Nuno de Santa Maria, condestável e religioso
9 - São Orestes e Dedicação da Basílica de São João de Latrão - festa
10 - São Leão Magno, papa e doutor da Igreja - memória, Santo André Avelino
11 - Martinho de Tours, bispo - memória
12 - São Josafá, bispo e mártir - memória
15 - Alberto Magno, bispo e doutor da Igreja - memória facultativa
16 - Margarida da Escócia, rainha, Santa Gertrudes Magna e Santa Mectildes, virgens e Santa Inês de Assis, virgem - memória facultativa
17 - Isabel da Hungria, princesa, viúva e religiosa - Memória e Santo Antônio da Cachoeira
18 - Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo, apóstolos - memória facultativa
19 - Santos Roque González, presbítero, e companheiros, mártires - memória facultativa
21 - Apresentação de Nossa Senhora - Memória
22 - Santa Cecília, virgem e mártir - Memória
23 - São Clemente I, papa e mártir, e São Columbano, abade - memória facultativa
24 - Santo André Dung-Lac e companheiros, mártires - memória
25 - Santa Catarina de Alexandria, virgem e mártir - memória facultativa
26 - São Leonardo de Porto Maurício, padroeiro dos sacerdotes missionários.
27 - Nossa Senhora das Graças e Medalha Milagrosa (aparição em Paris, 27 de novembro de 1830)
30 - Santo André, apóstolo - festa

Dezembro

1 - Santo Elígio (ou Elói)
2 - São Silvério
3 - São Francisco Xavier, presbítero - memória
4 - João Damasceno, presbítero e doutor - memória facultativa
5 - São Sabas
6 - São Nicolau de Mira, bispo - memória facultativa
7 - Santo Ambrósio de Milão, bispo e doutor - memória
8 - Imaculada Conceição da Virgem Maria - solenidade
9 - São Juan Diego - memória facultativa
10 - São João Roberts
11 - São Dâmaso I, papa - memória facultativa
12 - Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira principal da América Latina - festa
13 - Santa Luzia, virgem e mártir - memória
14 - São João da Cruz, presbítero e doutor - memória
15 - Santa Cristiana
16 - Santa Adelaide
17 - São Lázaro
18 - São Graciano
21 - Pedro Canísio, presbítero e doutor da Igreja
23 - São João Câncio, presbítero - memória facultativa
25 - Natal do Senhor Jesus Cristo - solenidade
26 - Santo Estêvão, diácono, primeiro mártir - festa
27 - São João, apóstolo e evangelista - festa
28 - Santos Inocentes, mártires
29 - Tomás Becket, bispo e mártir - memória facultativa
31 - Silvestre I, papa - memória facultativa

Festas móveis
Cinzas, Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Corpo e Sangue de Cristo e I Domingo do Advento

Bibliografia
Missal Quotidiano, organizado por José António Gomes da Silva Marques / colaboração de Manuel Martínez e Manuel Fernando Sousa e Silva/, Braga: Edições Theologica, 1989.
Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Calend%C3%A1rio_hagiol%C3%B3gico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Solst%C3%ADcio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemisf%C3%A9rio_sul
http://en.wikipedia.org/wiki/Michaelmas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mudan%C3%A7a_para_o_calend%C3%A1rio_gregoriano
http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_gregoriano
http://www.medadvocates.org/celebration/september/sep_29.htm
http://www.stmichaelschurch.net/michaelmas/
http://polarbearstale.blogspot.com/2010/09/michaelmas-goose-day.html
http://thefoxsglove.com/store/index.php?route=product/product&product_id=54
http://balisunset.hubpages.com/hub/Bramble-Blackberry-Rubus-fruticosus-as-Herbal-and-Traditional-Medicine
Ciclo de Festas
O Ritmo e as Festas Anuais
(Leonore Bertalot)
Com o desenvolvimento do intelecto, diminuiu e perdeu-se a vivência do ritmo da Natureza, O homem se libertou da dependência dos fenômenos da Natureza. O decorrer da evolução do homem traria consigo esta auto-afirmação, o anseio de liberdade em todos os sentidos: não depender da Natureza, criar um ritmo de vida próprio, não seguir cegamente tradições já vazias. Mas a Natureza continua tendo ritmos cíclicos que também nos influenciam, e a perda de interesse pela Natureza levou ao que hoje chamamos problemas de ecologia, devido à ação irresponsável do homem.

Podemos sentir isto como um chamado da Natureza, de atuar com ela e não contra ela, conscientes de que a Natureza continua nos dominando, de que só podemos atuar livremente quando em consenso com ela. Por amor, por interesse verdadeiro, não por mera tradição, podemos viver, acompanhar esses ritmos.

Antigamente os povos eram guiados a celebrar, a festejar o retorno cíclico de fenômenos como os solstícios, a noite e o dia mais longos do ano, e o equinócio da primavera e do outono. Nesses dias ou semanas festejavam-se, comemoravam-se os seres divinos que eram vivenciados como as forças atuantes que se manifestam nas mudanças e transformações do clima, da vegetação do curso dos astros.

Com devoção e veneração eram seguidas e observadas essas manifestações de sabedoria cósmica que tudo criou e tudo mantém, fazendo com que o homem tenha as condições necessárias para viver na Terra. Sentia-se uma profunda gratidão, sentimento este de intensa religiosidade.

O homem ainda não se sentia tanto um indivíduo, um ser independente, mas muito mais um membro, uma parte integrante do mundo todo, uno com o mundo todo. Da mesma maneira como um dedo da mão, se tivesse sensação e reflexão própria, sentir-se-ia parte unida ao corpo todo e não algo desligado, independente, assim era a sensação de dependência dos homens no passado.

Esta mesma sensação é muito forte em nós quando somos crianças: não nos sentimos apenas ligados ao núcleo familiar, mas sim unos com o ar, o sol, o vento, o mundo todo. É este fato que torna impossível para a criança pequena poder ter uma reflexão própria: ela se sente carregada, guiada, dirigida por forças superiores, sem questioná-las, sente-se parte delas.

Para refletirmos sobre algo, temos que estar desligados, desprendidos do objeto em questão. Fazer isto, a criança aprende só depois dos nove anos de vida, pelo menos de uma forma consciente. Antes, é como se ela repetisse estados de consciência da humanidade no passado.

Poderíamos dizer que o homem, em parte, é Natureza, e, em outra, é espírito independente. Sua parte Natureza é o corpo com todas as funções vitais.

A parte espírito consta da consciência, das representações mentais, dos seus sentimentos, seus impulsos, seus sonhos, ideais, apetites etc, que se centram na vivência de ser uma personalidade, um individuo que, através dos instrumentos que lhe proporciona o corpo, os órgãos dos sentidos, por exemplo, se relaciona com o mundo ao seu redor. Se olharmos mais de perto, vemos que este espírito, estes indivíduos com seus impulsos e cismas, nem sempre atua em consenso com seu corpo, que lhe permite a existência do mundo físico. Muitas vezes perturba processos, cria desequilíbrios funcionais, causa fadigas exageradas, disritmias, enfim, todo tipo de distúrbios e doenças.

O médico sábio, então, não receita apenas medicamentos, mas estuda com o paciente as causas que muitas vezes têm sua raiz na maneira inconsciente de desrespeitar as leis da natureza que regem nosso corpo. Isto é, criarmos como ser espiritual-anímico, desequilíbrios ecológicos em nosso ser corporal-vital. É o preço que pagamos por nossa liberdade de ação adquirida. Como seres conscientes, teremos então o desejo de atuar ao máximo possível em consenso com as leis vitais de nosso corpo.

Queremos ser livres, mas também inteligentes, sábios! E assim surgem novos modos de vida que se expressam na alimentação, nas vestimentas e até na arquitetura e na procura da volta à Natureza. O anseio de independência, característica de nossa civilização moderna, causa muitos problemas às crianças que estão em pleno crescimento e desenvolvimento de seu corpo e, ao mesmo tempo, procurando a própria personalidade e o relacionamento com o meio ambiente.

Fala-se tanto de educação hoje em dia, os consultórios dos pediatras e psiquiatras estão cheios, fala-se de problemas de ambientação, de integração, e aumentam os casos de autismo e suicídio infantil, fugas de adolescentes etc.

Vida é ritmo. Tudo que tem ritmo, tudo que dá força e não cansa é o que apresenta processos rítmicos. É só pensar como nosso sistema rítmico-circulatório é o sistema central que mantém nosso organismo com boa saúde, coordena e harmoniza os sistemas neuro-sensorial e metabólico-motor, O ritmo da respiração e do fluxo de sangue pelo coração não para, é sinal de vida. E existem outros ritmos em nossa vida, que na infância devem ser respeitados, como o ritmo entre vigília e sono. Se ele corre com regularidade, como também aquele das refeições, da higiene etc., então a criança pode crescer harmoniosamente e terá saúde.

Para ajudar na procura da personalidade do futuro ser adulto, há ritmos que a família e o meio ambiente podem respeitar e marcar conscientemente, fazendo com que a convivência social seja harmoniosa, sadia e até terapêutica para grandes e pequenos.

Penso em comemorações de dias especiais na semana, de festas familiares, festas cíclicas do ano etc. Mesmo cada dia pode ter momentos de pausa, de calma interior, intercalados com os afazeres diários da rotina. O ritmo sadio não é como o compasso da música ou a regularidade morta de uma máquina.

Ritmo tem vida, aceleração, intensificação, variação, transformação. Porém, para não se perder, precisa apoiar-se num compasso, numa batida básica. Por exemplo, todos os dias levanta e deita o sol, (compasso do dia e noite), mas quantos ritmos diferentes não existem no número de horas de luz e de escuridão! E destas variações surge outro ritmo, o das estações, que também não ocorrem em ciclos rígidos.


Vejamos agora o ritmo das Festas Cristãs:

A Páscoa, festa máxima, representando a morte e ressurreição de Cristo, retorna cada ano num ritmo muito especial. Não podemos fixar esta festa em nosso calendário anual sem levantar os olhos ao céu, às manifestações cósmicas, como o equinócio em março e, relacionado a isto, as fases da lua.

Festas representam uma intensificação dos ritmos regulares diários, e, ao mesmo tempo, também uma interrupção, um intervalo, uma inspiração profunda depois de muita expiração do corre-corre diário. Somos chamados a respeitar os ritmos de vida do nosso corpo e, para a vida do nosso ser espiritual, nosso eu, podemos nos sentir chamados a criar, a programar e festejar tantos momentos altos, elevados sobre o comum, quanto queiramos e acharmos sadios. Exemplos e conteúdos, a vida oferece um sem-fim. Porém, quanto mais nos ligam com a Natureza, aprofundando nossa vivência da imensidão dos mistérios da vida, tanto mais força e vitalidade nos darão e tanto mais harmonia existirá no dia-a-dia na vida da família, no meio ambiente social. Vamos compor sobre o compasso dado pela natureza, a nossa própria melodia.

À obra!

Vamos dirigir a nossa vida de forma que ela dê mais vida e harmonia ao nosso próximo, e então poderá conviver conosco, em todos estes ritmos, Aquele que disse: - “Eu sou a vida, a luz e o caminho...”

Na Terra vivemos no espaço e no tempo. O espaço fecha, encerra, exclui, limita, acaba, termina. O tempo flui, é ilimitado e nós sempre corremos atrás dele. Isto cria a insegurança, incerteza, problemas sociais. Para nos sentirmos melhor, criamos espaços de tempo: uma hora, um dia, um ano, etc. E estes espaços nos são dados pelo cosmo, pelo sol que levanta diariamente e deita em horário rítmico.

O decorrer de nossa vida pode ser um simples fluir do tempo, do qual participamos e somos levados pelos acontecimentos mais ou menos inconscientemente. A pessoa que quer determinar a sua vida deve saber organizar-se dentro do tempo. Se ela quer se conhecer como um ser espiritual-anímico, oriundo de um mundo superior, não físico, sem deixar de pisar conscientemente com seus dois pés no chão da terra, achará uma grande ajuda na vivência sempre mais intensa do que chamamos o ano cristão, ou as festas cristãs.

Cada ano em que acompanhamos as comemorações dos feitos crísticos pode tornar-se um passo à frente no caminho do autoconhecimento, do aprofundamento e ampliação da nossa compreensão da vida e do sentido da existência. Que isto seja uma necessidade para todos os que querem educar e formar futuros adultos, é óbvio.

E por isso, cabe a nós estudar e tentar nos aprofundar no conteúdo destas festas. Vejamos primeiramente o ritmo em que elas decorrem. Em dezembro, último mês no calendário, na noite do 24 ao 25, logo depois do solstício de verão, a cristandade comemora o nascimento de Jesus que, como adulto, devia ser o portador de Cristo.

Já a grande festa da Páscoa, da Ressurreição de Nosso Senhor Cristo, depende para sua fixação no calendário, da relação entre o Sol e Lua, em torno do equinócio de março.

Quarenta dias depois da Páscoa, em maio geralmente, temos o dia da Ascensão do Nosso Senhor, seguido dez dias mais tarde pela festa de Pentecostes, ou a descida do Espírito Santo nos discípulos como “línguas de fogo”.

No sexto mês do ano, comemora-se outro nascimento: o do precursor, do anunciador do Cristo, João Batista.

Seis dias depois do segundo equinócio do ano (23 de setembro), o calendário católico marca o dia de um arcanjo. O dia 29 de setembro é o dia do Arcanjo Miguel, ou Micael, como preferimos chamá-lo.

Se entre o nascimento de Jesus e o de João existe uma relação bem nítida, surge a pergunta se haveria alguma relação entre o acontecimento na Páscoa e o dia do Arcanjo Micael. Na Antroposofia, podemos encontrar um novo sentido nas mensagens dos Evangelhos e, assim, o ano cristão pode se tornar um guia para nós no caminho iniciático.

Na evolução da consciência da humanidade, podemos ver a morte do conhecimento do espírito. Houve tempos em que a humanidade tinha pouca vivência através dos sentidos, mas vivia normalmente entre os seres espirituais. Depois, abriu mais os olhos para a manifestação física da criação, continuando ainda consciente do mundo espiritual. Os dois mundos eram totalmente reais para os homens daquela época. Porém, quando o Cristo veio à Terra e se encarnou num corpo humano, sofreu a morte e ressuscitou, só poucas pessoas tinham ainda restos de clarividência atávica. A partir de então era sempre mais difícil imaginar-se algo real com o fato da ressurreição do Cristo. Era necessário que o homem desenvolvesse o intelecto, o pensar com um órgão físico, como o cérebro; mas assim o seu pensar se limitou ao mundo sensorial, e idéias religiosas, espirituais, tornaram-se algo abstrato, algo dogmático, longe da realidade do dia-a-dia. Quer dizer, as pessoas acreditaram num Deus que criou a Terra, mas não queria ou não podia ver esse Deus atuar na sua criação. Quase como se Deus tivesse deixado a sua criação para trás, afastando-se dela e deixando o homem se “virar” nela. Um pensar conseqüente deve também afastar a Divindade Criadora e procurar razões intrínsecas na matéria, às quais pode atribuir uma criação do acaso. Não uma vontade divina que atua e manifesta seu atuar na matéria, mas mutações e evoluções à toa, não impulsionadas por uma inteligência com finalidade.

O acontecimento do Gólgota, a morte e a ressurreição do Deus Homem, é como uma imagem do que deve acontecer com a consciência do homem no curso da evolução.

O Cristo morreu para o mundo espiritual quando se incorporou no Jesus de Nazaré. Mas Ele ressurgiu para o mundo espiritual, vencendo a matéria. Ele penetrou neste mundo que é dominado pela morte da matéria, mostrando à humanidade a sua origem espiritual, que ela estava a ponto de esquecer.

Ele se uniu com a Terra e implantou no homem uma força com a qual este poderá reconquistar o mundo espiritual ou a consciência do espírito. A ressurreição do Cristo se torna uma realidade na alma do homem, um impacto que a modifica, assim como algo do mundo físico pode nos modificar.

Como avisa Rudolf Steiner, a separação total da realidade espiritual, que ocorreu com o pensar humano, já pode ser ultrapassada. Isto, porém, somente por uma atividade espiritual enriquecendo, ampliando nosso pensar com conteúdos da ciência espiritual antroposófica. Somente uma ciência que leve sua pesquisa às realidades do mundo espiritual pode ajudar na ressurreição da consciência humana. A vivência do Mistério do Gólgota é necessária para podermos criar novas festas, especialmente a festa da primavera, a festa Micaélica.

O que é contemplação na Páscoa deve tornar-se força de vontade em Micael. A Antroposofia nos descreve outras formas de vida diferentes das que conhecemos no mundo físico. Ela pode nos aproximar do fenômeno da ressurreição. Em vez de festejar, comemorar na forma tradicional as festas anuais, podemos criar novas maneiras de festejar. A humanidade recebeu a forma de festejar por forças divinas, dos deuses; agora é hora de o homem criar suas festas com a força do seu interior. Ou seja: a divindade atuava de fora, agora deve ser acordada dentro do homem e atuar a partir de dentro dele. Aprofundar-se no sentido do conteúdo das festas anuais é uma oportunidade de relacionar a vivência do mundo visível com conteúdos espirituais, ou seja: ver as manifestações da Natureza, do clima etc., como expressão de seres supra-sensíveis, mas tão reais e atuantes como nós mesmos, criando o compasso do ritmo das festas.

FONTE: Revista Chão & Gente, março de 1998, n°29.

(Texto extraído da apostila Cotovia, que é uma publicação dirigida aos educadores da Educação Infantil da Secretaria de Educação e Cultura da Prefeitura da Estância de Atibaia e interessados na proposta aqui apresentada. Ano I - nº1 – março/2006)
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